Foi na Pó dos Livros, onde os fundos e as novidades escolhidas a dedo coexistem em boa harmonia e a vertigem da rotação dos escaparates parece não vingar. A edição é de 1989, da Guimarães Editores, e o exemplar está em perfeito estado.
Na Fnac do Chiado, com a desordem das prateleiras a indiciar a aproximação do inventário e uma multidão enfurecida gastando o dinheiro recebido no Natal, eu procurava um volume com as primeiras crónicas de Nélson Rodrigues quando dois livrinhos de capa mole e lombada discreta desviaram a minha atenção (e exigiram ser resgatados de entre os livros tombados ao acaso nas prateleiras da literatura brasileira):